Cinema: Desde quando existe essa ideia? E quem inventou?

Cinema: Desde quando existe essa ideia? E quem inventou?

Por também ser ator de teatro e mágico, Méliès passou a utilizar os truques de suas outras duas profissões durante as gravações de seus próprios roteiros. Seu maior sucesso foi “Viagem à Lua” (1902), uma adaptação do livro que leva o mesmo nome, escrito por Júlio Verne. Alice foi a primeira pessoa a explorar essa técnica e, ao longo de sua carreira, foi autora de aproximadamente mil obras. O seu primeiro filme se chamava “A Fada dos Repolhos”, que foi inspirado em um conto popular e lançado no ano de 1896. Além disso, ela também se tornaria a primeira a adicionar cores e som em suas produções.

Silêncio que Fala: A Era do Cinema Sem Som sincronizado

William Kennedy Laurie Dickson, chefe engenheiro da Edison Laboratories, inventou uma tira de celuloide contendo uma sequência de imagens que seria a base para fotografia e projeção de imagens em movimento. O último era uma caixa movida a eletricidade que continha a película inventada por Dickson mas com funções limitadas. Foi durante a era do cinema mudo que Hollywood passou a se destacar como centro mundial de produção cinematográfica. Nesse período se instalaram na região os estúdios Paramount, Warner Bros, RKO, Walt Disney e Columbia.

Inventores do cinema e primeiros filmes

Através de suas histórias e personagens, molda valores, crenças e comportamentos, influenciando a sociedade de forma profunda e duradoura. O som, hoje presente na maioria dos filmes, complementa as imagens e contribui para a construção da narrativa, criando atmosferas e transmitindo emoções. “Cinema” também é o nome dado às salas onde os filmes são projetados, bem como às indústrias que os produzem.

Arte

Esse era um instrumento similar à câmara escura, mas que projetava imagens pintadas em chapas de vidro. Ainda na antiguidade as pessoas já se interessavam pelo tema, tanto que na China, em torno de 5 mil ano a.C., foi criado o teatro de sombras, onde sombras de figuras humanas eram projetadas em uma tela. A primeira exibição cinematográfica para o público aconteceu HD Filmes Online em 1895, no dia 28 de dezembro. Os responsáveis pela exibição foram os irmãos Lumière, dois franceses que ficaram conhecidos como os “pais do cinema”. Nesta época foram fundados os mais importantes estúdios de cinema (Fox, Universal Studios, Paramount) promovidos por judeus (Darryl Zanuck, Samuel Bronston, Samuel Goldwyn, etc.) que viam o cinema como um negócio.

Os anos 80 e 90 viram o surgimento dos filmes blockbuster, caracterizados por orçamentos enormes e efeitos especiais espetaculares. Franquias como “Star Wars,” “Indiana Jones” e “Jurassic Park” cativaram públicos globais e transformaram a maneira como os filmes eram comercializados e distribuídos. Nessa época, diretores pioneiros como Georges Méliès exploraram os efeitos especiais e técnicas de edição, criando filmes que pareciam verdadeiros feitos mágicos. Méliès é famoso por seu filme “Viagem à Lua” (1902), que apresentou técnicas de filmagem revolucionárias para a época. A primeira exibição pública de filmes ocorreu em 1895, quando os irmãos Lumière, Auguste e Louis, realizaram uma projeção pública de curtas-metragens em Paris. Durante essa fase, foram criados os primeiros roteiros ficcionais, foram utilizados os primeiros efeitos especiais, e diversas técnicas de filmagem foram desenvolvidas.

Qual a origem dos filmes?

Um dos principais nomes dessa fase do cinema foi Georges Meliès, que dirigiu “Viagem à Lua”, em 1902, conseguindo com esse filme efeitos visuais verdadeiramente impressionantes para a época. O “Fotodrama”, que tinha oito horas de duração, era geralmente exibido em quatro partes. Ele consistia em 96 gravações de pequenos discursos bíblicos, narrados por um locutor bem conhecido da época.

W. Murnau que explorou os terrores do subconsciente de forma visceral e intensa. Filme como “Psicose” (1960) de Alfred Hitchcock aproveitarou o som para criar atmosferas tensas e assustadoras. A trilha sonora icônica de Bernard Herrmann se tornou parte integrante da experiência do filme, demonstrando como o som podia ser uma ferramenta poderosa na construção de suspense e emoção. Esta era também viu o desenvolvimento de técnicas de mixagem e gravação que aprimoraram a qualidade e a imersão sonora nos filmes, elevando a experiência cinematográfica.

Invasão – Em A Origem, tudo acontece como se a tecnologia para fazer o implante fosse algo já estabelecido. Para realizar a invasão de sonhos seria necessário decodificar o sonho a ser invadido e ser capaz de inserir conteúdo novo nele, não próprio do sonhador original. A primeira parte talvez seja possível em um futuro não muito distante, a segunda parece mais difícil. Indução – Voltando para o mundo real (real em termos, já que a ciência não tem como provar que não estamos sonhando), com a tecnologia atual é possível induzir uma pessoa ao sono.

Diferentemente da criação de Edison, o cinematógrafo permitia que diversas pessoas assistissem a um filme, o que iniciou a origem do cinema em salas em conjunto. A introdução do som exigiu diversas inovações tecnológicas, como a criação de microfones, amplificadores e sistemas de projeção de som. Essa mudança também influenciou a arquitetura das salas de cinema, que precisaram ser adaptadas para a acústica e a reprodução do som. O marco fundamental na história do cinema é considerado a primeira exibição pública de filmes pelos irmãos Lumière em Paris, em 28 de dezembro de 1895. Na ocasião, foram apresentados dez filmes curtos, como “A Chegada de um Trem à Estação de La Ciotat”, que causou grande impacto no público.

Da Vinci em 1554 criou a Câmera Escura, uma caixa com um buraco na lateral e lente de vidro que projetava imagens externas em superfícies planas, como um projetor. Eram produções de orçamento baixo e de qualidade técnica incipiente, mas, mesmo assim, as primeiras produções com histórias de ficção foram produzidas. Essas produções eram principalmente obras de comédia, embora também houvesse produções dramáticas. Entre os filmes produzidos, houve obras que tiveram mais de 800 exibições, um número muito expressivo para a época. O filme é composto de cinco narrativas, uma dentro da outra, articuladas em diferentes velocidades temporais com uma clareza desconcertante.

Os filmes “Mission to Moscow” e “Song of Russia” foram considerados propaganda pró-soviética. A Segunda Guerra Mundial fez com que a Inglaterra e Estados Unidos produzissem vários filmes com apelo patriota e que serviram de propaganda de guerra. Dentre os filmes que retrataram a época da guerra se destacou o popular “Casablanca” de 1943 com o ator Humphrey Bogart. Na América Latina se destacaram o mexicano Cantinflas e a luso-brasileira Carmem Miranda. Carmem Miranda estreou no filme “Alô Alô Carnaval ” de 1936 mas conseguiria sucesso internacional na década seguinte atuando em Hollywood.

Em alternativa a Hollywood existiam vários outros lugares que investiam no cinema de arte e contribuíam para seu desenvolvimento. Começaram a se destacar nesta época comédias de Charlie Chaplin e Buster Keaton, aventuras de Douglas Fairbanks e romances de Clara Bow. Foi o próprio Charles Chaplin e Douglas Fairbanks junto a Mary Pickford e David Wark Griffith que acabaram criando a United Artists com o motivo de desafiar o poder dos grandes estúdios. O filme The jazz singer, em português “O cantor de jazz”, foi o primeiro filme falado da história. Com grandes obras e produções cada vez mais ambiciosas, devemos apenas aguardar ansiosamente pela próxima evolução das telonas, que nunca vai deixar de existir.

A era de ouro do cinema se iniciou na década de 1920 e se encerrou na década de 1960. Durante esse período, o cinema foi a principal forma de entretenimento para a maior parte das pessoas das grandes cidades do mundo. Diversos estilos cinematográficos fizeram sucesso, como filmes musicais, de terror, de ficção científica, romances e comédias. Além disso, grandes estúdios produziram os principais filmes assistidos em todo o planeta. Alice Guy Blaché foi uma cineasta francesa que revolucionou o cinema narrativo a partir do final do século XIX. Blaché foi roteirista e dirigiu e atuou em quase mil produções, destacando-se no cinema narrativo ficcional.


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