O sistema em questão é chamada de híbrido DM (Dual Mode), e a ideia é garantir que o veículo consuma apenas 2,9 litros de combustível por 100 km rodados. Ou seja, com a redução nos custos, há uma grande possibilidade de que o valor que chega para os clientes da chinesa também caia significativamente. Em 2016, a companhia se tornou a primeira montadora de automóveis no mundo a criar um sistema de propulsão veicular movido por uma célula de combustível de óxido sólido (SOFC) alimentada por bioetanol.
Além disso, vem com sistema de frenagem regenerativa, que maximiza a autonomia da bateria e reduz o desgaste dos freios do veículo, e o sistema Eco-Drive Mode, que ajusta o consumo de energia do veículo. Outro diferencial é que tem proteção contra inundação, adequando o produto às realidades de operação Brasil. Também estará equipado com sistema de ajoelhamento para maior acessibilidade dos passageiros e a suspensão pneumática integral.
O sistema estacionário de geração de energia na fábrica da Nissan em Tochigi será alimentado por bioetanol produzido a partir de sorgo (bioetanol de sorgo), desenvolvido em conjunto com a Binex Inc., empresa que vai fornecer o combustível. A Nissan anunciou que desenvolveu um sistema estacionário movido a bioetanol capaz de gerar energia com alta eficiência. Os testes foram iniciados na fábrica da Nissan em Tochigi, no Japão, para aumentar a capacidade de geração de energia com a meta de cobrir a totalidade das operações a partir de 2030. A montadora explica que, apesar de o bioetanol de sorgo emitir CO2 durante a geração de energia pelo sistema SOFC, este CO2 é absorvido pela atmosfera durante o processo de cultivo do sorgo, contribuindo para fechar um ciclo de carbono neutro em que o aumento de CO2 é reduzido a zero de forma efetiva. Um dos diferenciais do veículo, segundo a empresa, é a proteção contra inundação, adequando o produto às realidades de operação Brasil. Além disso, vem com sistema de frenagem regenerativa que maximiza a autonomia da bateria e reduz o desgaste dos freios do veículo.
O e-Volksbus será produzido na fábrica de Resende, no Rio de Janeiro; testes começaram em maio de 2023
Com modelos de carros elétricos e híbridos, a nova proposta consiste justamente em apresentar o sistema híbrido DM da próxima geração, que deverá garantir um alcance combinado surpreendente para seus veículos. O anúncio do início da produção foi feito durante o evento “RJ Eletromobilidade – nova matriz energética e o futuro do transporte rodoviário por ônibus do Rio de Janeiro”, realizado nesta terça no Rio. A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou nesta terça-feira que vai começar a montar seu primeiro modelo de ônibus elétrico no segundo semestre deste ano, entrando em um mercado que está sendo disputado atualmente por rivais asiáticos como Higer e BYD e nacionais como Mercedes-Benz.
Eles são conhecidos por controlarem direção, freios e aceleração dos carros, porém, num nível bem mais avançado que os sistemas pacotes ADAS+ que vemos aqui em carros a partir do Honda City, por exemplo.
‘Minas grita pelo leite’: produtores se unem contra aumento nas importações
O ônibus elétrico da Volkswagen, chamado de e-Volksbus, iniciou primeiros testes em maio do ano passado. O modelo para uso urbano tem autonomia de até 250 quilômetros, com sistema de carregamento voltado ao período noturno para maximizar a produtividade, afirmou a montadora. “Estão acontecendo grandes mudanças na transição dos motores de combustão interna para os veículos elétricos. Pallet de Contenção A Nissan está assumindo uma série de desafios de desenvolvimento tecnológico em novas áreas e a geração de energia a partir da tecnologia SOFC é uma das nossas forças. O primeiro dia do fórum terá debates sobre o cenário atual do transporte público e as perspectivas para a eletromobilidade nas cidades brasileiras, com painéis sobre modelos de negócios para a eletrificação do setor.
Descubra mais sobre Diário do Transporte
Com nomes como Super Cruise, Blue Cruise, Auto Pilot, entre outros, tais sistemas de condução autônoma de baixo nível, geralmente entre 2 e 3, mas mesmo com a fusão de dezenas de sensores, radares e câmeras, além de LiDAR, estas tecnologias podem não entregar o que se pede. Organizado pelo Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro-RJ) em parceria com a Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram), o evento acontece no Estádio de Remo da Lagoa, na Zona Sul da capital carioca, das 9h às 17h. Por fim, a partir de agora, diversos novos modelos da chinesa virão com a atualização Glory Edition, lançada no dia 19 de fevereiro, e assim, com preços significativamente mais baixos. O sucesso da BYD já é perceptível para todo mundo já tem um tempo, e parece que a fabricante chinesa está ainda mais empenhada em garantir novas melhorias para seus automóveis.
Depois de acumularmos quilometragens suficientes em testes com o chassi elétrico da VWCO e também com o primeiro caminhão elétrico desenvolvido no país, daremos início à produção no segundo semestre de 2024. Esta será uma etapa importante para a adaptação do produto na linha de produção”, afirma Rodrigo Chaves, vice-presidente de Engenharia da Volkswagen Caminhões e Ônibus, no comunicado da empresa. O modelo foi apresentado e iniciou seus testes no Brasil em um trabalho conjunto das equipes de engenharia da Nissan no país e da matriz, no Japão. Agora, a Nissan está demonstrando o prosseguimento e ampliação da sua experiência no desenvolvimento da tecnologia SOFC em sistemas estacionários de geração de energia, reforçando todo o potencial desse sistema para diferentes usos.
O modelo apresentado no evento tem capacidade de 22 toneladas e uma autonomia de até 250 km, com sistema de carregamento voltado ao período noturno para maximizar a produtividade. “A meta é eletrificar 100% dos equipamentos de produção até 2050, por meio da introdução de tecnologias inovadoras e a redução do uso de energia. Para atingir a neutralidade de carbono nos centros de produção, toda a eletricidade usada será gerada a partir de fontes de energia renováveis ou a partir de células de combustível instaladas dentro das fábricas, por meio do uso de combustíveis alternativos”, conclui a empresa em comunicado. O veículo tem capacidade de 22 toneladas e uma autonomia de até 250 km, com sistema de carregamento voltado ao período noturno para maximizar a produtividade. O funcionamento a alta temperatura promove uma alta atividade catalítica, permitindo que a tecnologia SOFC atinja uma eficiência de 70% na geração de energia, um nível considerado alto em comparação com as células de combustível de eletrólitos poliméricos (PEFC), cujo nível de eficiência chega a 60%.
No segundo dia, serão discutidos os principais desafios para a implantação de ônibus elétricos pelos operadores, com suas experiências de planejamento e sustentabilidade, contando também com a presença de representantes de empresas convidadas. Estarão expostos veículos elétricos de empresas como Marcopolo, BYD, Volkswagen e Mercedes, assim como Eletra, Higer e Volvo. A empresa destacou que o modelo será baseado no conhecimento acumulado em cinco anos de experiência com o primeiro caminhão elétrico feito 100% no Brasil, o e-Delivery, acrescentando que ambos têm tecnologias e componentes compartilhados. A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou nesta terça-feira que vai iniciar a produção de um ônibus elétrico no país no segundo semestre.
